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12/12/2016

FENÔMENO NATURAL, AURORA BOREAL

A aurora polar é um fenômeno óptico composto de um brilho observado nos céus noturnos nas regiões polares, em decorrência do impacto de partículas de vento solar com a alta atmosfera da Terra, canalizadas pelo campo magnético terrestre. Em latitudes do hemisfério norte é conhecida como aurora boreal (nome batizado por Galileu Galilei em 1619, em referência à deusa romanado amanhecer, Aurora, e Bóreas, deus grego, representante dos ventos nortes). Ocorre normalmente nas épocas de setembro a outubro e de março a abril. Em latitudes do hemisfério sul é conhecida como aurora austral, nome batizado por James Cook, uma referência direta ao fato de estar ao Sul.



Vídeo Aurora Boreal


Mecanismo



A aurora aparece tipicamente tanto como um brilho difuso quanto como uma cortina estendida em sentido horizontal. Algumas vezes são formados arcos que podem mudar de forma constantemente. Cada cortina consiste de vários raios paralelos e alinhados na direção das linhas do campo magnético, sugerindo que o fenômeno no nosso planeta está alinhado com o campo magnético terrestre. Da mesma forma a junção de diversos fatores pode levar à formação de linhas aurorais de tonalidades de cor específicas.

Aurora Polar Terrestre

A aurora polar terrestre é causada por elétrons de energia de 1 a 15 keV, além de prótons e partículas alfa, sendo que a luz é produzida quando eles colidem com átomos da atmosfera do planeta, predominantemente oxigênio e nitrogênio, tipicamente em altitudes entre 80 e 150 km. Cada colisão emite parte da energia da partícula para o átomo que é atingido, um processo de ionização, dissociação e excitação de partículas. Quando ocorre ionização, elétrons são ejetados, os quais carregam energia e criam um efeito dominó de ionização em outros átomos. A excitação resulta em emissão, levando o átomo a estados instáveis, sendo que estes emitem luz em frequências específicas enquanto se estabilizam. Enquanto a estabilização do oxigênio leva até um segundo para acontecer, o nitrogênio estabiliza-se e emite luz instantaneamente. Tal processo, que é essencial para a formação da ionosfera terrestre, é comparável ao de uma tela de televisão, no qual elétrons atingem uma superfície de fósforo, alterando o nível de energia das moléculas e resultando na emissão de luz.
A Terra é constantemente atingida por ventos solares, um fluxo rarefeito de plasma quente (gás de elétrons livres e cátions) emitidos pelo Sol em todas as direções, um resultado de milhões de graus de temperatura da camada mais externa da estrela, a coroa solar. Durante tempestades magnéticas os fluxos podem ser bem mais fortes, assim como o campo magnético interplanetário entre os dois corpos celestes, causando distúrbios pela ionosfera em resposta às tempestades. Tais distúrbios afetam a qualidade da comunicação por rádio ou de sistemas de navegação, além de causar danos para astronautas em tal região, células solares de satélites artificiais, no movimento de bússolas e na ação de radares. A resposta da ionosfera é complexa e de difícil modelagem, dificultando a predição para tais eventos.
Segue abaixo diversas fotos de Fenômenos Naturais na Terra da Aurora Boreal, as mais incríveis fotos desse Fenômeno Natural.

Aurora-Boreal-Norte-Luzes
Aurora Boreal, Norte, Luzes


Aurora-Boreal-Neve
Aurora Boreal, Neve

Aurora-Boreal-Luzes-do-Norte
Aurora Boreal, Luzes do Norte


Aurora-Boreal-Alaska
Aurora Boreal, Alasca


Aurora-Boreal-Michigan-Ponte-de-Mackinac
Aurora Boreal, Michigan, Ponte de Mackinac


Escócia-Aurora-Boreal-Ilha-de-Mull-Noite
Escócia, Aurora Boreal, Ilha de Mull, Costa, noite

10/12/2016

FENÔMENOS NATURAIS, RAIOS E TROVÕES

Raio ou descarga elétrica atmosférica, é uma descarga elétrica de grande intensidade que ocorre na atmosfera, entre regiões eletricamente carregadas, e pode dar-se tanto no interior de uma nuvem (intra-nuvem), como entre nuvens (inter-nuvens) ou entre uma nuvem e a terra (nuvem-solo). O raio vem sempre acompanhado do relâmpago (intensa emissão de radiação eletromagnética também visível), e do trovão (som estrondoso), além de outros fenômenos associados. Embora sejam mais frequentes descargas dentro das nuvens (as intra-nuvens) e entre duas nuvens (as inter-nuvens), descargas entre nuvens e a terra são de maior interesse prático para os seres humanos. A maior parte ocorre na zona tropical do planeta e principalmente sobre as terras emersas, associados a fenômenos convectivos, dos quais, quando é intensa a atividade elétrica, resultam as trovoadas.

18/11/2016

FENÔMENOS NATURAIS EROSÕES

Erosão é o processo de desgaste, transporte e sedimentação do solo, dos subsolos e das rochas como efeito da ação dos agentes erosivos, tais como a água, os ventos e os seres vivos.
A superfície da Terra como a conhecemos é formada tanto por processos geológicos que formam as rochas, como por processos naturais da degradação e também de erosão. Uma vez que a rocha é quebrada por causa da degradação, os pequenos pedaços podem ser movidos pela água, gelo, vento, ou gravidade. Tudo o que acontece para fazer com que as rochas sejam transportadas chama-se erosão.
A Erosão e um desgaste do solo ou das rochas por desgaste naturais, como causa é promovido geralmente pelo ser humano, devido aos seus desmatamentos e constante uso do solo na agricultura.
Em solos cobertos por densa vegetação, tais como árvores (florestas densas) a erosão é muito pequena e quase inexistente, mas é um processo natural sempre presente e importante para a formação dos relevos.

03/11/2016

FENÔMENOS METEOROS

Corpos sólidos luminosos que vem em uma determinada direção proveniente do espaço, é um fenômeno que se deve sempre observar, que dependendo do tamanho pode causar grandes destruição e ou acabar com a vida em um planeta.
Hoje estão levando a sério este fenômeno que pode destruir nosso planeta, há vários observatórios no nosso planeta, são observados a passagem deles perto da terra.

Chuvas de Meteoros


Chuva de meteoros

Chuva de meteoros é um evento em que um grupo de meteoros é observado irradiando de um único ponto no céu (radiante). Esses meteoros são causados pela entrada de detritos na atmosfera a velocidades muito altas. Numa chuva de meteoros, esses detritos geralmente são resultado de interações de um cometa com a Terra, em que material do cometa é desprendido de sua órbita, ou quando a Terra cruza essa órbita. A maior parte dos meteoros são menores do que um grão de areia e por isso quase sempre se desintegram e não atingem a superfície do planeta. Chuvas intensas e incomuns de meteoros são também chamadas de surtos ou tempestades de meteoros, nas quais são vistos mais de mil meteoros por hora.

18/10/2016

TEMPESTADE

Uma tempestade ou tormenta, temporal ou toró é um fenômeno atmosférico marcado por ventos fortes, trovoadas, relâmpagos, raios e chuva, usualmente com duração de dezenas de minutos.


Formação e Caracterização



As tempestades estão em geral associadas às nuvens do tipo Cumulonimbus. O radar meteorológico é uma das ferramentas fundamentais em seu estudo. Dentro da grade de disciplinas dos cursos de graduação em Meteorologia, as tempestades são estudadas na disciplina de física de nuvens.
As tempestades provocam precipitação de água líquida e gelo, na forma de chuvisco, chuva leve, moderada e forte, e quando é mais intensa com fortes correntes ascendentes e descendentes também granizo e saraiva. As tempestades podem aparecer isoladas, ou em grupo na forma de agrupamentos convectivos (cluster), de forma mais ou menos desorganizada, ou na forma de linhas de tempestades, chamadas linhas de instabilidade, ou ainda quando uma das tempestades do agrupamento cresce mais que todas as outras e atinge grandes proporções (tipicamente 10 km x 10 km x 12 km em latitudes médias) como uma super-célula.

13/10/2016

FURAÇÃO MATTHEW 2016 E SUAS CONSEQUÊNCIAS NO HAITI

Furacão Matthew é um poderoso ciclone tropical que afetou a Jamaica, Cuba, República Dominicana, Bahamas e, especialmente, o Haiti. Ele passou ao longo da costa leste dos Estados Unidos, incluindo os estados da Flórida, Geórgia, Carolina do Sul e Carolina do Norte, mas chegou com bem menos força do que no Caribe. Foi o primeiro ciclone tropical da Bacia do Atlântico a atingir a Categoria 5 na Escala de furacões de Saffir-Simpson desde o Furacão Felix em 2007.
O décimo quarto ciclone tropical, décima terceira tempestade e segundo grande furacão da temporada de furacões no Atlântico de 2016, o Furacão Matthew formou-se a partir de uma vigorosa onda tropical que se movia para fora da costa africana em 22 de setembro, seguindo em uma trilha para o oeste, até evoluir para uma tempestade tropical enquanto situava-se aproximadamente ao leste das Ilhas de Sotavento em 28 de setembro. Um dia mais tarde, tornou-se um furacão, localizado ao oeste das Ilhas de Sotavento e rapidamente fortaleceu-se para um furacão de categoria 5.

TERREMOTO DO HAITI EM 2010 E SUAS CONSEQUÊNCIAS

O sismo do Haiti de 2010 foi um terremoto catastrófico que teve seu epicentro na parte oriental da península de Tiburon, a cerca de 25 km da capital haitiana, Porto Príncipe,foi registrado às 16h53m10s do horário local (21h53m10s UTC), na terça-feira, 12 de janeiro de 2010. O abalo alcançou a magnitude 7,0 Mw e ocorreu a uma profundidade de 10 km (6,2 mi). O Serviço Geológico dos Estados Unidos registrou uma série de pelo menos 33 réplicas sismológicas, 14 das quais eram de magnitude 5,0Mw a 5,9Mw. O Comitê Internacional da Cruz Vermelha estima que cerca de três milhões de pessoas foram afetadas pelo sismo; o Ministro do Interior do Haiti, Paul Antoine Bien-Aimé, antecipou em 15 de janeiro que o desastre teria tido como consequência a morte de 100 000 a 200 000 pessoas.
O terremoto causou grandes danos a Port-au-Prince, Jacmel e outros locais da região. Milhares de edifícios, incluindo os elementos mais significativos do patrimônio da capital, como o Palácio Presidencial, o edifício do Parlamento, a Catedral de Notre-Dame de Port-au-Prince, a principal prisão do país e todos os hospitais, foram destruídas ou gravemente danificadas. A Organização das Nações Unidas informou que a sede da Missão das Nações Unidas para a estabilização no Haiti (MINUSTAH), localizada na capital, desabou e que um grande número de funcionários da ONU havia desaparecido. A morte do Chefe da Missão, Hédi Annabi, foi confirmada em 13 de janeiro pelo presidente René Préval.
Muitos países responderam aos apelos pela ajuda humanitária, prometendo fundos, expedições de resgate, equipes médicas e engenheiros. Sistemas de comunicação, transportes aéreos, terrestres e aquáticos, hospitais, e redes elétricas foram danificados pelo sismo, o que dificultou a ajuda nos resgates e de suporte; confusões sobre o comando das operações, o congestionamento do tráfego aéreo, e problemas com a priorização de voos dificultou ainda mais os trabalhos de socorro. Necrotérios de Port-au-Prince foram rapidamente esmagados; o governo haitiano anunciou em 21 de janeiro que cerca de 80 mil corpos foram enterrados em valas comuns. Com a diminuição dos resgates, as assistências médicas e sanitárias tornaram-se prioritárias. Os atrasos na distribuição de ajuda levaram a apelos raivosos de trabalhadores humanitários e sobreviventes, e alguns furtos e violências esporádicos foram observados.

Fotos fonte de pesquisas:

Destruição-Terremoto-Haiti-2010
Estragos-Cismo-Haiti-2010
Salvamento-no-Terremoto-Haiti-2010

Fonte de Pesquisa




08/10/2016

COMO SÃO OS FENÔMENOS NATURAIS EM NOSSO PLANETA

O que são Fenômenos Naturais: é um evento observável que não é feito pelo homem.
Fenômeno: É qualquer coisa que se manifesta, um fenômeno é qualquer evento que é observável, por mais comuns que poderia ser, mesmo que isso requer o uso de instrumentação para observar, registrar, ou compilar os dados que lhe digam respeito.



Desastres Geológicos

Avalanches e deslizamentos de terra


Avalanche de neve

Uma avalanche é um dos fenômenos denominados por “movimentos de massa” e que fazem parte da dinâmica do relevo terrestre. Elas ocorrem sempre em locais bastante íngremes e constituem o deslocamento de parte do solo e/ou material rochoso, gelo e neve.
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