CICLONE TROPITAL E SUAS CONSEQUÊNCIAS

Fenômenos Naturais na Terra


Um ciclone tropical é uma rotação rápida sistema de tempestades caracterizada por uma baixa pressão center, um baixo nível de circulação atmosférica fechado, ventos fortes , e um arranjo espiral de tempestades que produzem chuva pesada. Dependendo de sua localização e força, um ciclone tropical é referido por nomes como furacão, tufão / t aɪ f u n / , tempestade tropical , tempestade ciclônica, depressão tropical , e simplesmente ciclone.
Ciclones tropicais geralmente se formam sobre grandes massas de água relativamente quente. Eles derivam sua energia através da evaporação da água do oceano de superfície, o que acaba recondenses em nuvens e chuva quando sobe de ar úmido e esfria a saturação . Esta fonte de energia difere da de tempestades ciclônicos de latitudes médias , comonor'easters e tempestades de vento europeus , que são alimentados principalmente por contrastes de temperatura horizontais . Os ventos fortes rotativas de um ciclone tropical são um resultado da conservação do momento angular proporcionada pelo Terra de rotação como o ar flui para dentro no sentido do eixo de rotação. Como resultado, eles raramente se formam dentro de 5 ° do equador. Os ciclones tropicais são tipicamente entre 100 e 2.000 km (62 e 1.243 mi) de diâmetro.
Tropical refere-se à origem geográfica desses sistemas, que formam quase exclusivamente sobre tropicais mares. Cyclone refere-se a sua natureza ciclônica, com o vento soprando sentido anti-horário no Hemisfério Norte e no sentido horário no hemisfério sul . O sentido oposto de circulação é devida ao efeito de Coriolis .

Ciclone Bhola – 1970

O ciclone de Bhola em 1970 foi um ciclone tropical devastador que atingiu o Paquistão Oriental (atual Bangladesh) e Bengala Ocidental, na Índia em 12 de novembro de 1970. O ciclone foi o sistema tropical mais mortífero já registrado e também um dos desastres naturais mais mortíferos nos tempos modernos. Entre 300.000 e 500.000 pessoas perderam suas vidas, principalmente devido à maré de tempestade associada que inundou muitas ilhas de pouca altitude do Delta do Rio Ganges. Este ciclone foi a sexta tempestade ciclônica da temporada de ciclones no Oceano Índico norte de 1970 e também foi o mais intenso, alcançando a força equivalente a um furacão de categoria 3 na escala de furacões de Saffir-Simpson.
O ciclone formou-se na região central do Golfo de Bengala em 8 de novembro e seguiu para o norte, intensificando-se. o sistema alcançou o seu pico de intensidade com ventos constantes de 185 km/h em 12 de Novembro e então fez landfall na costa do Paquistão Oriental naquela noite. A maré ciclônica devastou muitas ilhas próximas à costa, destruindo muitos vilareijos e plantações na região. A cidade Thana de Tazumuddin foi o local mais severamente afetado, sendo que 45% da população de 167.000 morreram como conseqüência da passagem do ciclone.

BHOLA 1970


Tufão Nina – 1975

O super tufão Nina foi um intenso super tufão de curta duração, porém causou danos severos e mortes na China, principalmente devido ao colapso da Barragem de Banqiao. Centenas de milhares de pessoas morreram devido às enchentes resultantes, fazendo de Nina um dos ciclones tropicais mais mortíferos de toda a história registrada. O colapso da barragem devido às chuvas fortes também causou o colapso sequencial de outras barragens menores, adicionando mais danos devido ao tufão.

Tufão-Nina-1975
NINA 1975
Furacão Kenna 2002

Kenna foi um furacão da temporada de furacões no Pacífico de 2002, sendo um dos mais fortes que já atingiu o México.
O furacão formou-se no Pacífico nordeste em 22 de outubro. Fortaleceu-se rapidamente, alcançando categoria 5 na Escala de Furacões de Saffir-Simpson em 25 de outubro. Enfraqueceu até a categoria 4 antes de chegar ao Puerto Vallarta. Os únicos furacões do Pacífico a golpear o México em uma intensidade maior que o Kenna foram o Furacão Madeline em 1976 e um furacão desconhecido em 1959.

Furação-Kenna-2002
KENNA 2002


Furacão Pauline 1997


O furacão Pauline foi um dos mais fortes e mortíferos furacões do Pacífico a fazer landfaal no México. Sendo o décimo sexta tempestade tropical, o oitavo furacão e o sétimo "furacão maior' da temporada de furacões no Pacífico de 1997, pauline formou-se de uma onda tropical em 5 de Outubro a cerca de 410 km a sul-sudoeste de Huatulco, no estado mexicano de Oaxaca. Inicialmente, o sistema moveu-se para leste e então começou a seguir para noroeste e fortaleceu-se rapidamente, atingindo o pico de intensidade, com ventos de 215 km/h. Pauline moveu-se paralelamente à costa mexicana a uma curta distância ao largo da costa antes de se enfraquecer e atingir Puerto Escondido em 9 de Outubro, dissipando-se no dia seguinte.
Pauline produziu chuvas torrenciais ao longo da costa mexicano, alcançando 406 mm em Acapulco. Intensas enchentes e deslizamentos de terra em algumas áreas mais pobres do México mataram entre 230 a 400 pessoas, fazendo do furacão um dos mais mortíferos furacões do Pacífico nordeste na história registrada. A passagem do furacão destruiu ou danificou dezenas de milhares de casas, deixando cerca de 300.000 desabrigados e causando cerca de $7,5 bilhões de dólares.


Furação-Pauline-1997
Furação Pauline 1997

Furacão Iniki – 1992


O furacão Iniki (Iniki é um nome havaiano para ventos fortes e penetrantes) foi o furacão mais intenso a atingir o estado estadunidense do Havaí em toda a história registrada. Formando-se durante o forte El Niño de 1991-1994, Iniki foi um de onze ciclones tropicais durante a temporada de 1992. O olho de Iniki passou diretamente sobre a Ilha de Kauai em 11 de Setembro como um furacão de categoria 4 na escala de furacões de Saffir-Simpson. Iniki foi o primeiro furacão a atingir diretamente o arquipélago desde o furacão Iwa na temporada de 1982 e o primeiro "furacão maior" desde o furacão Dot, em 1959.
Iniki causou cerca de $1,8 bilhões de dólares em prejuízos e seis fatalidades diretas. Naquele momento, Iniki estava entre os furacões estadunidenses que causaram mais prejuízos na história e continua como um dos furacões que causaram mais prejuízos no Pacífico nordeste. A tempestade atingiu apenas algumas semanas depois do furacão Andrew - o furacão que provocou mais prejuízos nos Estados Unidos naquele momento - que atingiu o estado estadunidense da Flórida.
Por causa dos avisos bem elaborados, Iniki causou apenas seis mortes. Os danos foram maiores em Kauai, onde o furacão destruiu mais de 1.400 casas e danificou severamente outras 5.000. Embora não estivesse diretamente na trajetória do furacão, a Ilha de Oahu ainda experimentou danos moderados da maré ciclônica do furacão.

Furação-Iniki-1992
INIKI 1992



Furacão Galveston de 1900



O furacão de Galveston de 1900 atingiu a cidade de Galveston, Texas em 8 de Setembro de 1900. O sistema tinha ventos constantes de 215 km/h (135 mph) no momento em que atingiu a costa texana, fazendo dele um ciclone tropical de categoria 4 na escala de furacões de Saffir-Simpson.
O furacão provocou grandes perdas de vida. O número de mortos está estimado entre 6.000 e 12.000 pessoas de forma direta; o número mais citado em relatos oficiais é de 8.000. Com isso, o furacão de Galveston de 1900 é o terceiro furacão atlântico mais mortífero da história registrada, somente atrás do grande furacão de 1780 e do furacão Mitch, em 1998. O furacão de Galveston de 1900 é, atualmente, o desastre natural mais mortífero a atingir os Estados Unidos. Em contraste, nos Estados Unidos, o furacão de Okeechobee de 1928 causou cerca de 2.500 fatalidades, e, nos tempos atuais, o furacão Katrina provocou a morte de 1.800 pessoas.
O furacão ocorreu antes da prática da colocação oficial dos nomes ser instituída e, portanto, o furacão é comumente referida por uma variedade de nomes descritivos. Nomes típicos para a tempestade incluem o Furacão de Galveston de 1900, o Grande Furacão de Galveston, e, especialmente em documentos antigos, a Enchente de Galveston. O sistema é freqüentemente referido por residentes em Galveston como A Grande Tempestade ou A Tempestade de 1900.

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GALVESTON 1900


Furacão Ike ano 2008



O furacão Ike (IPA: /aɪk/) foi o terceiro furacão mais destrutivo de toda a história a atingir os Estados Unidos. Ike foi o nono ciclone tropical dotado de nome, o quinto furacão e o terceiro furacão "maior" da temporada de furacões no Atlântico de 2008. Foi um furacão tipo Cabo Verde, já que Ike formou-se a partir de uma onda tropical que deixou a costa ocidental da África no final de agosto de 2008 e passou ao sul das ilhas do Cabo Verde, desenvolvendo-se gradualmente. Em 1 de setembro, o sistema tornou-se a nona tempestade tropical da temporada a oeste de Cabo Verde.
Durante as primeiras horas da madrugada (UTC) de 5 de setembro, Ike já estava como um furacão "maior" de categoria 4 na escala de furacões de Saffir-Simpson, com ventos máximos sustentados de 230 km/h e uma pressão central mínima de 935 mbar. Com isso, Ike se tornou o ciclone tropical atlântico mais intenso da temporada de 2008 e o mais intenso desde o furacão Felix em 2007. Após cruzar o Caribe, através de Cuba, Ike atravessou o golfo do México e atingiu a costa do golfo dos Estados Unidos como um forte furacão de categoria 2, perto da pequena cidade de Baytown, no Texas.
Ike provocou a morte de 164 pessoas, 126 diretas e 38 indiretas. 74 das fatalidades ocorreram somente no Haiti, país que estava tentando se recuperar dos estragos causados pela tempestade tropical Fay, e dos furacões Gustav e Hanna. Nos Estados Unidos, Ike provocou 82 fatalidades e deixou outras 202 desaparecidas. Os danos provocados por Ike são estimados em 27 bilhões de dólares somente nos Estados Unidos. Os prejuízos em Cuba chegaram a 4 bilhões de dólares e, nas Bahamas, 500 milhões de dólares, totalizando 31,5 bilhões de dólares em prejuízos econômicos diretos. Com isso, Ike se tornou o terceiro ciclone tropical atlântico mais custoso de toda a história, somente atrás do furacão Andrew, em 1992, e do furacão Katrina, de 2005.

Furação-Ike-2008
IKE 2008



The Great Hurricane – 1780

O grande furacão de 1780, também conhecido como furacão São Calisto II, é o furacão atlântico mais mortífero na história registrada. Mais de 27.500 pessoas morreram quando o furacão passou pelas Pequenas Antilhas e no Caribe entre 10 e 16 de Outubro de 1780. Não se sabe exatamente a trajetória e a intensidade do furacão, pois o banco de dados de furacões atlânticos começou a ser criado apenas depois de 1851.
O furacão atingiu Barbados com ventos possivelmente excedendo 320 km/h antes de passar sobre Martinica, Santa Lúcia e Saint Eustatius; milhares de pessoas morreram em cada uma das ilhas. Vindo na época da Revolução Americana de 1776, a tempestade causou grandes perdas nas frotas britânicas e francesas, que contestavam a região.
Depois, o furacão passou perto de Porto Rico e sobre a porção oriental da República Dominicana, que naquele tempo era conhecido como Santo Domingo. Lá, o furacão causou danos severos próximos à costa. Por último, o furacão começou a seguir para nordeste antes de ser observado pela última vez em 20 de Outubro a sudeste de Cape Race, Terra Nova, Canadá. O número de mortos causado pelo grande furacão de 1780 excedeu todas as mortes causadas por furacões em toda aquela década, sendo substancialmente maior do que o segundo furacão atlântico mais mortífero da história registrada, o furacão Mitch.
 O furacão fez parte da desastrosa temporada de furacões no Atlântico de 1780, na qual outros dois furacões no mesmo mês causaram a morte de outras 3.000 pessoas.

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The Great Hurricane – 1780









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